A proteção do património face aos Fenómenos da Natureza

O Despertar de uma Nova Consciência

Os fenómenos da natureza, como sismos, tempestades e inundações, são uma constante no planeta, e Portugal não é exceção. A fragilidade do território face a estes eventos exige uma nova mentalidade de prevenção e resiliência, que deve ser partilhada pelas comunidades, empresas e governo. É de grande importância uma proteção patrimonial robusta, especialmente após o recente sismo de 26 de agosto de 2024, que, apesar de não ter causado danos pessoais ou materiais, trouxe à tona a vulnerabilidade nacional.

Portugal é suscetível a uma variedade de fenómenos naturais, sendo os sismos um dos mais marcantes. O recente abalo, sentido de Norte a Sul do país, foi o maior dos últimos 55 anos. No entanto, os números continuam a mostrar uma realidade preocupante: 47% do parque habitacional não tem seguro, e, dos imóveis segurados, apenas 36% possuem cobertura para fenómenos sísmicos.

Esta lacuna reflete uma falta de consciencialização sobre a necessidade de proteger o património não apenas contra sismos, mas contra uma variedade de fenómenos da natureza. Desde tempestades severas no inverno até os incêndios de verão, é essencial que os proprietários e gestores de património compreendam a urgência de um seguro patrimonial que inclua estes riscos.

O setor segurador tem um papel central na promoção da resiliência. Não se trata apenas de vender apólices, mas de educar e consciencializar os clientes sobre a importância de uma cobertura abrangente. As seguradoras, em parceria com o governo e outras entidades, devem liderar a implementação de sistemas de proteção contra riscos catastróficos, como o proposto pela Associação Portuguesa de Seguradores.

É crucial que as empresas e as famílias percebam que a contratação de seguros não é um fardo, mas uma estratégia de proteção e segurança. Não podemos continuar a tratar os fenómenos da natureza como eventualidades raras, mas sim como acontecimentos que exigem preparação contínua.

Proteger o património e as vidas humanas exige um esforço concertado entre todos os setores da sociedade. A Giraldo reforça a necessidade de se apostar em três pilares fundamentais: antecipação, planeamento e segurança. Estes são os alicerces de uma política de resiliência eficaz, que envolve desde a adaptação das construções para resistirem a fenómenos naturais até à educação pública sobre a preparação para emergências.

A criação do falado fundo nacional para a proteção contra riscos catastróficos seria uma solução eficaz para garantir a recuperação após desastres naturais.

Os fenómenos da natureza são uma realidade que não podemos ignorar. Sismos, tempestades, inundações e outros eventos naturais continuarão a acontecer, e a nossa resposta a eles determinará a gravidade das suas consequências.

Do lado dos proprietários urge saber se tem o seguro adequado para responder de imediato às necessidades de reconstrução no caso de acontecer algo ao seu imóvel.

Queremos que esteja seguro quando o próximo desastre ocorrer, estaremos preparados para enfrentar os seus desafios e minimizar os danos causados.

 

Estamos disponíveis para o ajudar na escolha dos seus seguros.

 

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